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06/06/2007 - 00h09

"Políticos brasileiros não votam os projetos GLBT porque têm medo de perder voto", diz Regina Facchini

Da Redação
Na semana da 11ª edição da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, Marcelo Tas entrevistou Regina Facchini, responsável pela organização do evento, que é considerado o maior de São Paulo.

Em resposta ao internauta sobre as leis brasileiras em relação aos direitos homoafetivos que envolvem casamento e adoção de crianças, Facchini foi enfática ao dizer que a legislação anda muito lenta. "Há política para GLBT, mas quando chega ao Congresso o político fica com medo de que a sua base fique contra ele por votar neste tema", esclareceu.



Leia a seguir a íntegra do bate-papo que contou com a participação de 733 internautas.

(06:09:08) Luciana: Regina... Quais serão as atrações da parada?

(06:09:27) Marcelo Tas: Alo pessoal, sejam todos muito bem-vindos!!!! Vamos começar.

(06:11:31) Tas: Regina, bem-vinda a parabéns pelo sucesso da Parada. O slogan deste ano é "Por um mundo sem racismo, machismo e homofobia". Vocês resolveram incluir as reivindicações dos negros e do movimento feminista. Eu gostaria de pedir para você incluir também a luta de uma minoria que está praticamente em extinção: a dos heterossexuais ;-). Vocês já pensaram em incluir um carro de heteros na parada? Vc não acha que rola preconceito conosco, pobres diabos caretas que gostam de transar com gente do sexo oposto? Mas falando sério, vamos lá: Racismo, machismo e homofobia, qual desses três ainda é mais difícil combater?
(06:18:41) Regina Facchini: A gente agradece pelo convite.

(06:20:08) Regina Facchini: Imagina! Os heteros têm crescido muito na parada. Em 2005, tivemos 25% de heteros na parada e ano passado subiu para 33%. Antes eram mais mulheres, agora há um crescente de homens heterossexuais.

(06:21:46) Regina Facchini: Eu acho que preconceito existe de todos os lados. Dentro do movimento GLBT tem gente mais ou menos separatista. A nossa posição é de promover a diversidade. Quem é separatista diz que os gays são oprimidos pelos heteros, mas nós somos todos oprimidos por um pensamento. Essas diferenças existem e devem conviver. Homens e Mulheres vivem em um sistema opressivo, o do machismo.

(06:23:09) Regina Facchini: Eu não sei qual é o mais difícil de combater, eles operam de forma diferente. Quem é racista, omite. Já no caso da homofobia isso não existe, as pessoas dizem, deixam explícito, e muitas vezes é legitimado. Já com relação ao machismo, ele fica no meio termo.

(06:23:09) Tas: A Parada Gay de São Paulo é a maior do mundo e o evento que mais atrai turistas à São Paulo, cidade que tem gigantescos eventos mundiais como a Fórmula 1. A que vc atribui esse sucesso? Qual a característica da Parada de SP que a diferencia das outras realizadas pelo mundo?
(06:24:56) Regina Facchini: O que diferencia das outras do mundo, primeiro, nas outras cidades é tudo muito segmentado, tudo muito separadinho. Em São Francisco é assim e é repetido em vários lugares. Aqui as pessoas se misturam, os gays levam a família, todos ficam juntos. Nas outras mais de 100 paradas que acontecem no Brasil seguem esse modelo de São Paulo.

(06:26:01) Regina Facchini: O modelo não é Parada de São Paulo. O modelo é das paradas internacionais. Quando surgiu em São Paulo, elas se espalharam por outras capitais e também pelo interior. Essa é uma forma de trabalhar a questão do preconceito a partir da linguagem das paradas.

(06:27:29) Regina Facchini: Em todos os lugares elas são bem recebidas, em alguns ficam menorzinhas, mas nunca há manifestação contra do restante da população. Essa idéia de ter carros sonorizados, com arcos de balões, com a bandeira do arco-íris, é o modelo que se expandiu em todo o Brasil, mesmo que algumas cidades insiram músicas e características locais.

(06:27:56) Tas: POLÊMICA: O CFL- Coletivo de Feministas Lésbicas denunciou em comunicado oficial o descaso da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual de São Paulo com relação às lésbicas. A ativista Marisa Fernandes, Coordenadora Geral do CFL o trio elétrico da Associação de Mulheres que Amam Mulheres (AMAM) não participará da 11ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. Segundo o comunicado, a não participação da AMAM na marcha se deve a falta de apoio e patrocínio.

(06:30:02) Regina Facchini: Sobre a polêmica: tem uma informação um pouco cruzada, a organizadora da AMAM mudou para o litoral e não vai mais participar. O trio de lésbicas nos solicitou um espaço na parada e nós mandamos nosso projeto de trabalho. Elas não conseguiram o recurso para incluir o trio, e não houve a possibilidade de nós, por não termos planejado antes, de incluir esse trio.

(06:30:57) Regina Facchini: Serão 23 carros. Na associação temos cerca de 20 pessoas trabalhando na parada. Mas claro, tem os colaboradores.

(06:31:18) Tas: Como e por que você você se envolveu no evento e no movimento?
(06:33:22) Regina Facchini*: Na verdade eu cheguei ao movimento como estudante, fazendo um trabalho de conclusão de curso e como militante no grupo Corsa. Eu sou antropóloga e fiz um mestrado na Unicamp. O meu trabalho foi sobre o movimento GLBT. Eu entrei na organização da primeira Parada Gay. Hoje ainda pesquiso sobre a homossexualidade lésbica e sobre a questão da homofobia. E tem muita coisa a ser feita.

(06:27:21) Jovem médico: Olá... quando houve o decreto do Prefeito proibindo as três maiores concentrações populares de utilizarem a avenida paulista houve reação das partes interessadas, onde posteriormente sob alegação que o único evento que não traria transtornos ao trânsito paulistano seria a parada gay... o que vc acha da perda do direito tanto dos evangélicos como da CUT de utilizarem a paulista?
(06:35:36) Regina Facchini*: Jovem médico, eu acho que qualquer perda de direito é lamentável. Se nós tivéssemos perdido este direito, que está na Constituição, ficaríamos muito zangados. A questão logística a prefeitura poderia explicar melhor, mas é que não é preciso instalar estruturas físicas, então ao acabar a Parada já pode mandar limpar.

(06:31:11) sandra: ola, gostaria de saber por que não tem 2 vezes ao ano a parada gay, eu adorooooooooooooooooooooooo
(06:35:59) Regina Facchini*: Sandra, seria muito bom se tivéssemos duas paradas por ano, mas nós da organização não aguentaríamos.

(06:31:50) Boy: Regina, como foi para manter a parada na Paulista este ano? Houve mta dificuldade?

(06:31:54) Boy: Regina, qual sera a novidade da parada nesse ano?
(06:37:50) Regina Facchini*: Boy, no ano passado para não houve dificuldade quando procuramos os movimentos nacionais e internacionais para pedir apoio da prefeitura para continuar fazendo as paradas na av. Paulista. Nos comprometemos para manter a segurança e no dia seguinte já mantemos o diálogo com a prefeitura para garantir este direito.

(06:33:18) mineirinha: gostaria de saber se vcs têm uma estatística correta do recorde de participantes da última parada
(06:38:38) Regina Facchini*: mineirinha, foi 2,5 milhões pela PM que calcula por área e 3 milhões por nós que levamos em conta o trânsito das pessoas.
(06:40:54) Regina Facchini*: Sobre a organização, os trios chegarão por volta das 11h, às 10h haverá uma coletiva de imprensa no vão livre do Masp onde virão a Marta Suplicy, o prefeito, provavelmente, os coordenadores da DST/Aids etc. E saímos às 13h30. Tomamos cuidados para sonorizar a av. Paulista para que as pessoas possam ouvir.

(06:33:30) Thami: Oi Regina na sua opinião qual é o verdadeiro objetivo dos gays que vão para as paradas? E para lutar a favor de um direto ou para fazer pegação? E se vc acha q as paradas gays ajudam numa melhoria para os direitos homoafetivos?
(06:42:41) Regina Facchini*: Thami, eu acho que a Parada não é o melhor lugar para fazer pegação. Há lugares mais tranqüilos. As pessoas vão para conhecer gente, dançar... Tem uma variação de acordo com as categorias, mas em torno de 60% a 70% vão por motivos políticos.

(06:35:53) lippe: dessa vez não vou resistir... será a minha primeira parada... alguma recomendação?
(06:43:58) Regina Facchini*: lippe, muitas recomendações. Temos todo um esquema de segurança montado, mas não leve dinheiro ou objetos de valor, ande com amigos, se alimente bem, consuma água e não compre alimentos suspeitos como em camelôs. A Sabesp distribuirá água para todos.
(06:45:31) Adriana/UOL:

Marcelo Tas entrevista Regina Facchini, vice-presidente da Parada GLBT (Crédito: Geovanna Morcelli/UOL)

(06:36:44) Paul19: dentro do movimento existem diversos rótulos, dentre eles ursos, barbies, travestis, machinho e talz... não acha q isso gera mais preconceito e um preconceito entre nós mesmos?
(06:46:16) Regina Facchini*: Paul19, sobre o que é urso, a cultura GLBT se subdivide em vários segmentos como ursos que são homens com aparência mais máscula e dizem que não se submetem a ditadura da malhação. Não acho que gere preconceito com as pessoas que não são GLBT com os gays. Mas, por exemplo, pode haver entre barbies e outros grupos etc., o que é normal.

(06:37:29) Boy: Regina, o que vc acha da legislação brasileira em relação aos direitos homoafetivos? Casamento, adoção... Vc acha q nossos atuais políticos irão mudar nossa constituição a curto ou médio prazo ou precisamos ainda de mto esforço?
(06:49:07) Regina Facchini*: Boy, sobre a Constituição acho que não, mas a legislação tem caminhado muito devagar. Desde 1995 o projeto da Marta Suplicy está lá para ser aprovado. Temos um projeto que está no Senado em processo de votação que diz que a homofobia é crime no Brasil. Há política para GLBT, mas quando chega ao Congresso o político fica com medo de que a sua base fique contra ele por votar neste tema. Hoje o Judiciário responde às demandas das pessoas, como a adoção de crianças por casais homossexuais e casamentos gays.
(06:50:32) Adriana/UOL:

Regina Facchini, vice-presidente da Parada GLBT, explica a proposta do evento(Crédito: Geovanna Morcelli/UOL)

(06:37:55) charlotte: acho ridículo esse negócio de parada gay, por acaso os heteros fazem alguma parada? cada um é o que é e não precisa incomodar o trânsito, os outros. por que vocês não ficam na sua? querem que o mundo se torne gay??
(06:50:37) Regina Facchini*: charlotte, na verdade um mundo gay seria muito chato. O mundo é interessante quando a diversidade é respeitada. E é exatamente por não ser respeitada que fazemos as paradas. Elas não são para que ninguém vire gay, mas sim para sermos respeitados. E os heteros são muito bem vindos à Parada.

(06:38:58) Marcelo: Participo desde a 1a Parada...e o que percebo é que parece que há pouco debate e muita festa ... Só a festa garante o debate ?
(06:52:18) Regina Facchini*: Marcelo, não. Na verdade existe um momento de festa e de debate. É que o movimento de debate é menos divulgado. Como este momento em que estamos debatendo aqui. Então deixo um convite para amanhã às 18h quando vamos divulgar os dados da parada no ano passado. É só conferir no site.

(06:47:44) ALEX: FICAM BURACOS IMENSOS NA AVENIDA PAULISTA E DEPOIS OS CARROS QUASE BATEM UM NO OUTRO NA CONSOLAÇAO ,PQ ISSO ACONTECE ?
(06:53:42) Regina Facchini*: ALEX, quando isto acontece é porque o pessoal ficou muito próximo ao trio ou houve algum problema técnico no trio quando faz as pessoas ficarem paradas em volta.
(06:54:02) Adriana/UOL:

Regina Facchini, vice-presidente da Parada GLBT, explica a proposta do evento(Crédito: Geovanna Morcelli/UOL)

(06:49:22) lex: A limpeza da av. Paulista é feita pela diretoria que organiza a Parada ou pelo governo?
(06:54:14) Regina Facchini*: lex, o compromisso que nós temos é de a Associação fazer a limpeza.

(06:49:46) Hugo_Caruaru: Oi Regina, sou de Caruaru, Pernambuco... gostaria de saber se existem projetos para realizar paradas em outros Estados da mesma forma organizada como a de São Paulo... e se você participa deles..
(06:54:57) Regina Facchini*: Hugo_Caruaru, cada Parada tem a sua organização. O que fazemos é apoiar ensinando como fazer as paradas.

(06:50:55) EdB®@$il: no ano passado a parada foi num sábado, muito mais gente teve a oprtunidade de participar, pois tinha o domingo p/ descansar, e gente do interior de SP e do Brasil teve a oportunidade de participar, não seria uma boa idéia continuar no sábado p/ que mais gente participe?
(06:56:27) Regina Facchini*: EdB®@$il, é uma questão muito complicada porque pode facilitar para uns no sábado e para outros no domingo. As paradas sempre foram aos domingos quando não fazem transtornos. E no sábado tem muita gente que não pode ir, pois tem que trabalhar, como os cabeleireiros.
(06:57:38) Adriana/UOL:

Regina Facchini, vice-presidente da Parada GLBT, ao vivo no Bate-papo UOL(Crédito: Geovanna Morcelli/UOL)

(06:53:25) eu vou: Qual a verba destinada a realização d a parada gay e quem participa?
(06:58:26) Regina Facchini*: eu vou, a Caixa, a Petrobrás, o Ministério do Turismo, Coordenadoria da Diversidade Sexual, Programa Estadual de DST/Aids, hotéis etc. O patrocínio fica por volta de R$ 1,2 milhões.

(06:55:48) Boy: Quais artistas irão participar da parada neste ano? Eles são convidados ou se oferecem para participar?
(06:59:36) Regina Facchini*: Boy, os artistas são sempre DJs. Antes fazíamos um palco com shows, mas como está em obras não poderá haver.
(07:02:03) Adriana/UOL:

Regina Facchini e Marcelo Tas minutos antes da entrevista no estúdio do Bate-papo UOL(Crédito: Geovanna Morcelli/UOL)

(06:56:49) Lika/SBC: olá ..... eu e minhas amigas já estamos en contagem regressiva, temos certeza de que neste ano com o tema será mt importante de que a divulgação seja ainda mais, terá distribuição de panfletos, terá um espaço na mídia ? Como vai ser ? bjs e até domingoooooo hehe
(07:02:18) Regina Facchini*: Lika/SBC, a divulgação já vem sendo feita desde o ano passado por meio de folders, pelo nosso site, banners, faixas etc. Tem uma cartilha com mensagens contra o racismo, machismo e homofobismo. 60% das pessoas que sofreram agressão não contam para ninguém por vários motivos como medo ou vergonha.

(06:58:23) Toxicboy: Você não acha que com o crescimento da parada também cresceu a falta de objetividade do evento?
(07:03:29) Regina Facchini*: Toxicboy, quando uma atividade cresce muito alcança uma atenção das pessoas que não estão envolvidas com o tema. A parada continua tendo o seu caráter reivindicatório. Ninguém na Parada é contra, mas sim apoiadores.

(06:58:33) RODRIGO NUNES: QUAL A PRINCIPAL DIFERENÇA DAS PARADAS DO RIO E DE SP. VOCÊ ACHA QUE A DO RJ SE TORNA MAIS VISÍVEL POR SER NO RIO?
(07:04:19) Regina Facchini*: Rodrigo Nunes, não dá para comparar uma coisa com a outra. O Rio tem as suas características como praias e não sei se tem mais visibilidade. Mas quanto mais paradas melhor.

(07:00:33) Pedro: melhorando minha pergunta, por que a parada nao termina em um grande parque público, como o Ibirapuera ou o Parque do Carmo ou o parque Vila Lobos?
(07:05:13) Regina Facchini*: Pedro, porque seria complicado terminar às 22h em um parque público. O ideal é que termine no Centro onde tem transporte público como o metrô.

(07:03:18) Beto: Qual o site que disponibilizará a cartilha?
(07:06:07) Regina Facchini*: Beto, www.paradasp.org.br. E as informações específicas estão no www.paradasp.org.br/2007.

(07:10:30) Tas: Acqualand no Parque Aquático Wet'n Wild
(07:09:32) Regina Facchini*: A Feira Cultural será no Vale do Anhangabaú que é um dos jardins mais bonitos de São Paulo. Será uma maravilhosa feira cultural a partir das 10h da manhã. Será na quinta, dia 07, das 10h às 22h e haverá a entrega dos prêmios Cidadania e Diversidade e tributos a Cássia Eller e Cazuza. E haverá também tendas etc. Uma dica para quem vai no Gay Day ao Hop Hari é para comprar ingresso antecipado pois é mais barato e ajuda a nossa organização.

(07:09:57) Tas: Gabi: editoria Gay do UOL sugere: DJ set da dupla nova-ioquina FISCHERSPOONER. Vai ser uma edição especial da noite ALELUX! no clube Glória (próximo sábado, dia 09 de junho, a partir das 23h30)
(07:11:28) Regina Facchini*: Para quem não sabe o onde encontrar mais informações também tem no site da Mix Brasil e a G no UOL.

(07:03:42) Miiii: A parada ajuda tbm na prevenção à DST´s ? como distribuição de preservativos, informativos ou algo do gênero?
(07:12:37) Regina Facchini*: Miiii, há palestras com divulgação de material de prevenção e divulgação. E na parada haverá uma campanha com a distribuição de 1 milhão de preservativos e 240 agentes informando as pessoas sobre as paradas e às doenças DSTs.

(07:04:39) Fernando: Vai ser minha primeira PARADA. Tenho muito medo e insegurança, há a possibilidade de homofóbicos ao redor? A segurança é reforçada?
(07:13:40) Regina Facchini*: Fernando, a segurança é reforçada, mas se não conhece bem as ruas é melhor andar acompanhado. Não tem havido agressões nas paradas.

(07:05:29) HERTON: QUE MUDOU NA CONCEPÇÃO DAS PESSOAS E DAS AUTORIDADES, DEPOIS DAS PARADAS?
(07:15:37) Regina Facchini*: Herton, há uma grande mudança em relação de as pessoas dizerem as preferências sexuais. Hoje as pessoas já andam de mãos dadas.

(07:06:09) Brother: É um respeito ao público começar um evento no horário. Vocês acham que vão conseguir começar a parada no horário?
(07:16:27) Regina Facchini*: Brother, claro, assim como no ano passado. Senão não teríamos conseguido terminar no horário. Os discursos começam às 13h e a Parada sai às 13h30.

(07:07:03) nane: Qual foi a maior dificuldade em realizar a parada?
(07:16:54) Regina Facchini*: nane, foi não poder fazer na av. Paulista no ano passado.
(07:17:27) Adriana/UOL: O Bate-papo UOL agradece a presença de Regina Facchini e de todos os internautas. Até o próximo!

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